Olá, seja bem-vindo.
Este blog foi criado no dia 21 de Janeiro de 2010. Será um blog onde apenas publicarei sonetos, nada mais do que sonetos. Espero que os apreciadores deste estilo de poesia me visitem e comentem, façam críticas, para eu melhorar o que tiver de ser melhorado e me alegrar com o que estiver bem feito. Obrigada. FELIPA MONTEVERDE

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O dia em que te vi

Andei caminhos tão desencontrados
Que me perdi do dia em que te vi...
Perdi-me até dos sonhos mal amados
Que nasceram quando eu nasci...

Andei por aí perdida, nesses lados
Onde mora o dia em que te vi,
Procurando amor entre os bocados
De lembranças espalhados por aí...

Fugi ao medo... à aventura... à dor
De te perder ou encontrar... e assim
Fui refúgio de um erro, um dissabor

Que escondi entre o musgo do jardim,
Para agradar a quem é mal maior
Do que todos os que há dentro de mim...

(Felipa Monteverde)

6 comentários:

Miguel Afonso disse...

Caminhos desencontrados, dura estrada
para quem viaja procurando ser
a perdição e o encontro na jornada
que afasta e aproxima sem saber...

Nilson Barcelli disse...

Acreditas que eu nunca escrevi um soneto?
Acho difícil, mas tu moves-te muito bem no género.
Este, é excelente.
Beijo, querida amiga.

Felipa disse...

Amigo Nilson, sabe que fazer sonetos é facílimo? Apenas tem de se ter em conta as rimas: ABBA BAAB ou ABAB ABAB nas quadras, ABC ABC, ABA BAB OU AAB CCB nos tercetos e deixar a inspiração fazer o resto.
Obrigada pela visita, beijinhos

Aru disse...

Tia Fêê =)
Quanto tempo!
E vejo que não parou de escrever. =D
ótimo soneto :)
Nos vemos por aí ^^
Abraços, :)

Felipa disse...

Olá, Aru, há quanto tempo! Seja bem vindo :)
Tem visitado o nosso cantinho? Há por lá gente nova, que muito tem contribuído para o melhorar.
Abraço

Alvaro Oliveira disse...

Olá Felipa

Após uma pesquisa no google, encontrei nos resultados para meu blog alvarooliveira-poesia,
uma publicação sua, divulgando a sessão de lançamento de meu livro, que teve lugar em 09/01/2010. Me senti extremamente sensibilizado
e ao mesmo tempo envergonhado pelo meu silêncio. Dificilmente faço este tipo de pesquisa no Google. Hoje, casualmente fiz uma pesquisa e acabei chegando a este seu blog.

Depois de uma leitura neste seu blog (muito original), rendo-me ao seu talento poético.
Seus sonetos têm sensibilidade e sentimento.
Foi um prazer encontrar seu belo espaço.
Beijo
Alvaro Oliveira